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Síndrome de burnout: o que é e como ter um diagnóstico confiável?

Síndrome de burnout: o que é e como ter um diagnóstico confiável?

AUTOR

flavio

DATA

30/07/2021

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O excesso de trabalho sempre foi um problema latente no cotidiano das pessoas. Nesse sentido, nos dias atuais tem se discutido bastante sobre saúde mental no ambiente corporativo.

Uma das alternativas para tentar driblar esse excesso laboral é a utilização de coworkings. Um coworking em BH, por exemplo, é acessado por pessoas dos mais variados ramos de atividade, que dividem funções entre si, contribuindo para aliviar o esforço da mente.

Entretanto, por mais que algumas práticas possam ajudar, a qualidade mental do profissional ainda é um ponto latente e que precisa de atenção.

Questões como assédio moral, comunicação não violenta e até mesmo burnout e o que é essa síndrome são perguntas que começaram a se destacar dentro das empresas.

Segundo o Isma (International Stress Management Association), cerca de 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem com burnout. A pesquisa foi divulgada pela Associação Nacional da Medicina do Trabalho como um alerta para a população.

Com base nesse resultado e na realidade em que vivemos, nesse artigo vamos discutir sobre burnout, o que é essa doença e como ter o diagnóstico dela.

Se você ficou interessado no assunto, continue aqui e acompanhe.

Síndrome de burnout: o que é?

Burnout é um tipo de distúrbio psiquiátrico e emocional causado por circunstâncias profissionais extremas e desgastantes.

Muitas pessoas confundem essa doença com o cansaço do dia a dia, com insatisfação pessoal ou com outros problemas.

Na realidade, o burnout nada mais é que a exaustão emocional e física relacionadas com o âmbito profissional. 

Os casos de burnout surgem, em grande parte das situações, em empresas que cobram demais dos seus funcionários e não reconhecem o trabalho do profissional. 

Além de gerar uma frustração no trabalhador, faz com que ele se sinta inseguro e comece a perder o ânimo pela sua atuação. Em alguns casos, o profissional até mesmo deixa de gostar da sua área de trabalho.

A doença é tão severa que, quando não cuidada, pode levar a uma depressão profunda. Por isso é importante procurar ajuda especializada e tratar esse problema.

Quais são os sintomas de burnout?

Na hora de pesquisar sobre burnout e o que é de verdade, tome cuidado para não confundir com outros problemas psicológicos.

Apesar dos sinais serem parecidos com crises de ansiedade e depressão, o burnout está relacionado diretamente com o campo de trabalho. A realidade no trabalho é outra.

Veja alguns dos principais sintomas que um profissional com burnout pode apresentar:

  1. Cansaço mental e físico

Um dos principais sintomas de quem sofre com burnout é cansaço mental e físico. Mesmo que você tenha descansado, pessoas que estão passando por esse problema sempre se sentem exaustos.

A situação piora ainda mais no período de trabalho. Pode soar como falta de proatividade, mas na verdade é o burnout agindo sobre o corpo. 

  1. Dificuldade de concentração

Além disso, o burnout afeta diretamente na concentração da pessoa. Ela não consegue se manter estável em nenhuma atividade, perde o foco a todo instante.

Contudo, é importante tomar cuidado para não confundir o burnout com outras enfermidades mentais ou práticas normais do dia a dia. 

Um exemplo seria a pessoa acreditar que está sofrendo do Transtorno do Déficit de Atenção, mas, no final, ela só não está acostumada a focar em uma mesma atividade por muito tempo.

  1. Agressividade e irritabilidadehomem agressivo no trabalho

Um dos sintomas mais latentes, que os especialistas sempre relatam na hora de explicar sobre o burnout e o que ele é, está relacionado à agressividade e irritabilidade.

O profissional fica instável e seus sentimentos se demonstram à flor da pele. Isso pode soar estranho no ambiente de trabalho, mas é um reflexo da cobrança exagerada e falta de um ambiente corporativo acolhedor, adequado.

  1. Desânimo

O desânimo vem acompanhado do cansaço mental e físico. Os líderes não entendem, novamente, que a falta de proatividade pode estar diretamente relacionada com a síndrome de burnout.

O funcionário pode estar produzindo pouco por já estar sofrendo da doença. O ideal é criar um ambiente acolhedor, em que ele possa se sentir à vontade para dizer como está e se a empresa realmente está fazendo bem a ele. 

  1. Insegurançapessoa insegura

Por fim, outro sintoma que é muito presente nas pessoas com burnout é a insegurança com sua atuação dentro da empresa.

Mesmo que o profissional seja especialista na área, tenha experiência há anos e boas recomendações, essa síndrome faz com que ela se sinta incapaz e tenha insegurança no ambiente de trabalho.

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Como ter o diagnóstico de burnout?

Para ter o diagnóstico de burnout o mais indicado é procurar um médico psiquiatra. Ele quem terá todo o aparato técnico e científico para dizer se você está ou não sofrendo da síndrome.

É importante destacar que estamos discutindo sobre burnout e o que é essa doença. Os principais sintomas são de conhecimento geral, porém outras doenças também apresentam as mesmas características.

Por isso, não tome nenhuma decisão antes de se consultar com um especialista. Como dito anteriormente, a visita  a um médico psiquiatra é de extrema importância, porém, ela também não dispensa um acompanhamento com psicólogos.

Somente eles podem dizer se é necessário tomar algum remédio, se é preciso fazer acompanhamento psicológico ou se você não tem nada.

As informações passadas por não especialistas servem somente para informar sobre a presença dessa doença na nossa sociedade, mas não para diagnosticar pessoas que suspeitam desse problema.

Atualmente, são mais de 100 milhões de trabalhadores no Brasil que sofrem de burnout. Por isso é preciso buscar ajuda especializada.

Conclusão

O que aprendemos até aqui é que saúde mental deve ser discutida não somente em consultórios médicos, como também nas escolas, no trabalho e até mesmo dentro de casa. 

Não basta pesquisar “burnout o que é” na internet. É preciso acompanhar casos reais, dar atenção para quem sofre com esse problema e sempre cuidar da sua saúde mental.

Se você for um empregador, líder de equipe ou até mesmo CEO de uma empresa, preste atenção nos seus funcionários. Nem sempre a baixa produtividade e taxa de turnover estão relacionadas com profissionais pouco proativos.

Pode haver uma equipe adoecida dentro da empresa, que cada dia mais se sinta mal com o trabalho e planeja deixar a carreira em que atua. Fique atento aos sinais.

Se você curtiu o assunto e quer saber mais sobre ambiente de trabalho e assuntos desse nicho, continue aqui e acompanhe o blog da SpaceJob!

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